Médico acusado de abuso sexual contra o filho
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Médico acusado de abuso sexual contra o filho

Publicada em 07/06/2012 22:55:05

 O ex-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia (CPI), senador Magno Malta, representou contra o médico baiano Marcio Café.  

Conforme divulgado no site do senador e do Senado, o acusado “teria usado de influência para arquivar o processo de pedofilia em vários órgãos e instâncias judiciais”. A Tribuna tentou falar com o acusado, mas, segundo a assessoria, ele estava reunido com advogados e não poderia falar.


O senador afirmou no plenário que, no último dia 30, recebeu documentos e cópias do processo judicial que apura crime de pedofilia contra o menino de quatro anos. Ainda segundo o senador, “o laudo do Instituto Médico Legal Nina Rodrigues confirma o ato libidinoso com a criança que apresentava hiperemia perianal e em esfíncter anal, fissura anal em meridiano perineal".
 
 Malta diz ainda que a juíza Janete Fadul de Oliveira rejeitou a denúncia do Ministério Público. Segundo o senador, "a juíza já foi afastada pelo Conselho Nacional de Justiça por suspeita de participação em esquema de venda de sentenças, deixando dúvidas sobre o procedimento de arquivamento do caso". 
 
O senador pontua que “o perito Ricardo Molina de Figueiredo, do laboratório de Perícias, confirmou que ao longo de toda a gravação periciada, seja na trilha de áudio ou na de vídeo, qualquer manipulação fraudulenta foi descartada, podendo a gravação ser considerada autêntica para todos os fins periciais".

Malta ainda não sabe qual motivo levaria a juíza Janete Fadul a rejeitar a denúncia do Ministério Público por ausência de provas. Ele ressalta que “o que se busca com o processo é a produção de provas”. 
 
O senador também entregou representação contra o acusado ao Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público da Bahia, Wellignton César Lima e Silva, revelando os detalhes do vídeo. “Solicito que sejam ajuizadas as medidas que sejam cabíveis, legais e adequadas para a defesa dos bens jurídicos alinhados no caput, do artigo 127 da nossa Carta Magna”, acentuou.
 
 Malta informou que a denúncia foi enviada para a ministra-corregedora do Conselho Nacional de Justiça, Eliana Calmon, ao secretário de Segurança Pública da Bahia e ao presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargador Mário Alberto Hils. No texto, Magno Malta pede providência ao secretário de Segurança da Bahia, Mauricio Telles Barbosa, e que o Ministério Público "não deixe barato a rejeição da denúncia por parte da juíza".
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