Comissão de Transportes é motivo de discórdia na Câmara de Vereadores
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Política

Comissão de Transportes é motivo de discórdia na Câmara de Vereadores

por
Fernando Duarte
Publicada em 02/02/2013 06:17:59

Em meio ao buchicho em torno das indicações das Comissões Permanentes da Câmara de Salvador, vereadores da base do governo e da oposição não se entendem com relação de alguns colegiados.

Apesar das negociações estarem adiantadas para a maioria dos grupos, a Comissão de Transporte, Trânsito e Serviços Municipais é o centro de uma discussão quente pelos corredores da Casa.

Enquanto o líder da oposição, Gilmar Santiago (PT), assegura que a presidência caberá ao também petista Henrique Carballal, vereadores governistas falam que a questão não está completamente definida. De acordo com o vereador Alberto Braga (PSC), um acordo à época da formação da mesa diretora garantiria que a comissão fosse presidida por ele.

A negociação envolveu, segundo o próprio, a retirada da candidatura de Carlos Muniz (PTN) à presidência da Câmara em troca dessa função. Muniz ratifica informação e garante que a reserva desse colegiado para a oposição não está confirmada. Nesse disse-me-disse, o presidente do Legislativo, Paulo Câmara (PSDB) nega ter havido conversas nesse sentido.

“Desconheço o assunto”, apontou. O raciocínio, na ótica de Muniz é que o PSC possui a mesma quantidade de vereadores de partidos com o PSB e o PCdoB e não possui qualquer representação em funções da mesa ou das comissões. Não só a Comissão de Transportes é motivo de rugas entre os vereadores.

A Comissão de Educação, que teve Silvio Humberto (PSB) sugerido como favorito, conta com o pleito de Everaldo Augusto (PCdoB). O argumento dos comunistas é que Augusto possui, além da experiência na área educacional, certo lastro como integrante do poder legislativo municipal. Já a Comissão de Planejamento Urbano e Meio Ambiente, cujo vereador Suíca (PT) é apontado como sacramentado, deve enfrentar o desconforto do vereador Marcell Moraes (PV), que pretende brigar pela presidência da comissão.

Por enquanto, apenas Kiki Bispo (PTN) e Cláudio Tinoco (DEM) estão plenamente consolidados nas presidências das comissões de Constituição, Justiça e Redação Final e de Finanças, Orçamento e Fiscalização, respectivamente.
Ambos devem ser confirmados na direção dos colegiados na próxima quarta-feira, quando devem ser instaladas as comissões. As demais ainda estão indefinidas, mesmo que os nomes tenham sido indicados pelas lideranças.

Questionado sobre o andamento dessas composições, o presidente da Câmara não comenta o assunto e prefere deixar a resolução para a próxima segunda-feira. “Na segunda vamos discutir”.

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