Cruzeiro carimba a faixa do Galo
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Esportes

Cruzeiro carimba a faixa do Galo

por
Agência Futebol Interior
Publicada em 28/07/2013 19:17:13
Foto: Denilton Dias/VipComm/Cruzeiro
Jogadores comemoram e mostram que no Mineirão o Cruzeiro é quem manda
Jogadores comemoram e mostram que no Mineirão o Cruzeiro é quem manda

O Atlético-MG até pode ser o campeão da América, mas no Mineirão quem “canta de galo” é o Cruzeiro. A Raposa se aproveitou da ressaca pelo título e o fato do Galo ter colocado os reservas em campo, e atropelou o arquirrival, por 4 a 1. E se tivesse apertado mais, otime celeste poderia ter feito mais, na tarde deste domingo, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro.

Se o Galo utiliza a expressão “caiu no Horto, está morto”, em alusão à invencibilidade do time novo Independência, no Mineirão o Cruzeiro é quem manda. Desde a reabertura do estádio remodelado para a Copa do Mundo de 2014, o time disputou 12 partidas no no local e venceu todas, com incríveis 37 gols marcados e apenas seis sofridos.

A vitória também coloca de vez a Raposa na briga pela liderança do Brasileirão. O time chegou aos 18 pontos e completou o oitavo jogo de invencibilidade, com seis vitórias e dois empates. Por outro lado, o Alvinegro fica mais distantedo pelotão de elite, já que estaciona nos dez pontos.

Virada alucinante

Ao contrário do que se esperava, o início da partida não foi muito bom. Apesar do domínio territorial do Cruzeiro, os dois times encontraram muitas dificuldades em chegar com perigo ao ataque. Principalmente, por conta dos excessivos passes errados no setor de criação.

Mesmo com um time formado por reservas, o Atlético foi quem abriu o marcador, aos 18 minutos, em cobrança de pênalti. O laterak Marcos Rocha, que jogou na meia, invadiu a área e foi derrubado pelo zagueiro Dedé. Na cobrança, o atacante Alecsandro esbanjou frieza e mandou no ângulo direito do goleiro Fábio.

O gol acordou o time celeste, que passou a pressionar os alvinegros no campo de defesa. Tamanho bombardeio resultou no gol de empate aos 31 minutos. O atacante Luan tocou para o meia Éverton Ribeiro na área. Ele limpou a marcação com a perna esquerda e mandou uma bomba, no canto esquerdo do goleiro Giovanni.

O empate embalou a torcida cruzeirense, que era maioria, e fez a Raposa aumentar ainda mais a pressão. Após duas grandes chances despediçadas, o time finalmente chegou à virada, aos 42 minutos. O atacante Vinícius Araújo chutou forte e no meio da “muvuca”, o meia Ricardo Goulart desviou com o pé matou Giovanni.

Avalanche celeste

Assim como no primeiro tempo, o Cruzeiro voltou em alta intensidade, enquanto o Galo parecia ainda estar extasiado pelo título da Libertadores. Logo aos sete minutos, saiu o terceiro gol. O lateral Egídio cobrou falta na área e o volante Nilton se antecipou à marcação, para desviar com o pé direito.

O gol deu ainda mais tranquilidade para a Raposa, que seguiu trocando passes com muita tranquilidade e construindo as jogadas com naturalidade. Até que aos 12 minutos saiu o quarto gol. Após belo lançamento de Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart invadiu a área pela direita e mandou uma bomba na saída de Giovanni.

Depois do quarto gol, o time cruzeirense tirou o pé do acelerador. Nem mesmo os gritos de “olé” e os pedidos da torcida para repetir os 6 a 1 de 2011 animaram a equipe. Sorte do Atlético, que já estava batido àquela altura e apenas cozinhou o jogo para evitar um vexame maior.

Na próxima quarta-feira, às 19h30, o Fluminense volta a campo para enfrentar o Cruzeiro, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Enquanto isso, o Atlético-MG faz o duelo com o xará paranaense, no Independência, em Belo Horizonte.

 

 

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