Vice-presidente revela ter lista de radialistas corrompidos pelo clube
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Vice-presidente revela ter lista de radialistas corrompidos pelo clube

Publicada em 13/02/2014 07:07:03

Transparência no Bahia não é só retórica. Coragem para remexer nos porões do clube também. A partir daí, mesmo sem o time andar bem das pernas, o resgate da dignidade do clube começa a se dar em todos os pontos. Daí, uma entrevista do assessor da presidência do Bahia, Sidônio Palmeira, ao radialista José Eduardo, na Rádio Metrópole ter gerado tanta polêmica.

Na entrevista, Sidônio avançou num tema delicado, o pagamento de "jabá" (corrupção) a radialistas e acabou provocando uma reação grande da categoria.

O tema dominou o noticiário esportivo na cidade, mereceu nota de contestação de entidades ligadas aos radialistas e até um pronunciamento do jornalista Samuel Celestino, ex-presidente da ABI, que cobrou exatamente toda clareza na denúncia.Irmão do vice administrativo-financeiro do Bahia, Reub Celestino, nas mãos de quem, muito provavelmente, toda a documentação deve estar ou ter passado, Samuel disse que esse tipo de comportamento é inaceitável, caracterizando-se como corrupção ativa e passiva que atinge a diretoria de Marcelinho:

Para a direção do Bahia e em especial o assessor da presidência, as colocações feitas estão sustentadas como pontua a nota oficial distribuída pelo clube no fim da tarde.

Nota oficial

O Esporte Clube Bahia vem a público reafirmar as declarações do assessor especial da presidência, Sidônio Palmeira, na terça-feira (11), à rádio Metrópole, e informar que possui toda a documentação de pagamentos realizados a profissionais da imprensa ao longo das últimas gestões do clube. O material será entregue na próxima reunião do Conselho Deliberativo, dia 22, quando ficará à disposição da ABCD (Associação Bahiana dos Cronistas Desportivos) ou de qualquer um que tenha se sentido atingido com a referida entrevista. As declarações de Sidônio Palmeira estão dentro do novo posicionamento institucional do Bahia, desde o início desta gestão, em setembro, de transparência com o seu torcedor e independência perante os veículos de comunicação.

O clube aproveita, desde já, para esclarecer que em nenhum momento buscou generalizar a situação, bem como que respeita a imprensa esportiva baiana e parabeniza quem faz o bom jornalismo. O jornalista Samuel Celestino e irmão do atual diretor financeiro do clube Reub Celestino se pronunciou sobre o assunto. “Como ex-presidente da ABI e presidente da Assembleia Geral da entidade, dele cobrarei a denúncia prometida, acompanhada, se possível, de uma cobrança judicial à diretoria deposta para que devolva ao clube tudo o que foi pago ilegalmente aos que cobriam, ou cobrem, o dia a dia do E.C Bahia.

Este tipo de comportamento é inaceitável, é corrupção ativa e passiva que atinge a diretoria que Marcelinho esteve à frente, a imprensa, assim como os profissionais que recebiam o tal “jabá”. Disse o assessor que tem os nomes dos jornalistas. É preciso, repito, que sejam divulgados para o conhecimento público. Esse não pode ser o comportamento de uma imprensa séria. A cobrança será feita”, declarou o  jornalista.

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