Rita Batista é baiana de Salvador, formada em Publicidade e Propaganda pela UCSAL e radialista pelo SINTERP/CEFET. Já trabalhou em publicidade e cinema e passou pela TV Salvador, TV Aratu, Rádio Metrópole e agora Band.Bahia.
Nilza Barude - Como o jornalismo aconteceu na sua vida?
Rita Batista - Sempre quis ser jornalista. Quando pequena brincava de entrevistar. Prestei vestibular para publicidade e jornalismo e passei no primeiro. O segundo foi ficando... mas sabia que iria acabar na área.
NB - Quem foi seu grande mestre nessa área?
RB - Mário Kertész.
NB - E daí, rádio ou tv?
RB - Os dois possuem as “dores e delícias” de cada área. Gosto de interagir com o público, tanto em um como em outro, é o que me atrai.
NB - O que mais a gratificou profissionalmente até agora?
RB - O reconhecimento do público e de pessoas que admiro. Profissionais de outras áreas ou veteranos da comunicação que acreditam e estimulam o meu trabalho.
NB - Como surgiu o Boa Tarde Bahia?
RB - O projeto já existia e a emissora me convidou para realizá-lo. Foi um presente!
NB - Você saiu da Rádio Metrópole para fazer o programa na Band?
RB - Sim. Não poderia ficar nos dois por causa da exclusividade contratual. A diretoria da Rádio apoiou a minha decisão e tudo correu naturalmente.
NB - Quem teve a ideia do Boa Tarde Bahia?
RB - A diretora de Jornalismo da Band Zuleica Andrade, o diretor geral da emissora, Claudio Nogueira e Alessandra Lessa, gerente de MKT. Quando cheguei, dei meus pitacos e fechamos o projeto final.
NB - Você participa da produção?
RB - Claro! Participo, defino, marco, mudo pauta. E há dois meses, temos a jornalista Anne Pinto na produção.
NB - Como foi o desafio de mediar um debate político?
RB - Uma delícia! As regras norteiam e muito o tom que precisamos ter. Foi um prazer ter essa oportunidade.
NB - Você tremeu na base ou entrou no ar totalmente segura?
RB - Quando a luz acende, não há mais nada na minha frente, só a câmera. Esse é o meu foco. A partir dali, não há como voltar, esse é o meu fascínio pelo produto audiovisual ao vivo. Sou tomada pela vontade de fazer bem. É a mesma relação do artista com o palco.
NB - Como você vê o mercado televisivo na Bahia?
RB - A programação local, precisa ser mais valorizada. Na Band, por exemplo, temos três programas locais diários em horário nobre. Precisamos abrir mais espaços para a nossa produção.
NB - Qual teu sonho profissional ainda não realizado?
RB - Se eu contar, não realiza. Aguarde!
Notas & Notícias
E A Malu Mader que está no remake da novela global Ti-ti-ti, gravou pela segunda vez a campanha dos Médicos Sem Fronteiras. O gesto da atriz mostrou o seu lado humanitário em prol de uma causa justa. Nesta oportunidade ela declarou “que tem uma admiração grande pelo trabalho desenvolvido pelos médicos que vão levar saúde para lugares distantes e necessitados”. Detalhe: Além de doadora da organização, não cobrou pelo cachê! Todos que quiserem colaborar basta acessar o site www.msf.org.br.
E A TV Itapoan vai receber em breve o profissional Marcos Delfin, que vem transferido da Record de São Paulo para Salvador, com a missão de assumir o espaço de Roberto Quirino, gerente de jornalismo da emissora baiana. Enquanto isso, Quirino está de mudança para a capital paulista, onde irá assumir novos desafios propostos pela Rede.