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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
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Valdemir Santana

Surfista de Salvador rouba a cena  como neotop em desfiles de Milão 

Um surfista de Salvador com jeito discreto de garotinho todo cool, acaba de migrar dos esportes para a moda e vive momentos de glória na concorrida e valorizada cena fashion da Europa. É o neotop Ariel Rosa, o modelo brasileiro de maior destaque na badalada “Milano Fashion Uomo”, temporada de lançamentos mais rica da Europa, que terminou ontem. 

Não é pouca coisa o sucesso do rapaz que foi lançado internacionalmente pela poderosa “Joy Model”, após vencer o concurso “The look of The Year” de 2015. A “Joy Model”, que lançou no mercado internacional a piauiense Laís Ribeiro, tem descoberto muitos modelos na Bahia, incluindo a toda zen Marina Nery, que mora em Nova York. Mas voltando ao rebuliço que causa o nome de Ariel Rosa, vale citar que ele desfilou esta semana para marcas de roupa que são sensação entre os ricaços.

Uma das marcas foi a “Dsquared 2”, criada pelos gêmeos canadenses Dean Catenacci e Dan Catenacci. É uma marca de peso. A “Dsquared” já chegou a receber encomendas de 150 peças de uma só vez para uma produção de Madonna Ciccone. Mas não foi apenas a canadense. Outra marca que o surfista baiano desfilou na “Milano Fashion Uomo” para o Verão 2017 e 2018 foi a “Moschino”. As ricaças baianas adoram suas peças de roupas e acessórios, mas Katy Pary também usa e abusa. 

O melhor do sucesso de Ariel Rosa é que o rapaz louro e cheio de atitude não ficou apenas no que poderíamos chamar de mainstream fashion. Ele é paparicado também por projetos que dão o que falar na Europa que se renova, como o movimento “Mnstr Youth”, também de Milão. Não dá para traduzir ao pé da letra, mas é algo como monstruosidades jovens, ou coisa parecida. Boa Terra reproduz foto do rapaz com uma camiseta da nova marca. 

Diploma de prestígio e o brinde no Yacht

Além do sucesso como advogado, mantendo, portanto, uma tradição familiar, Daniel David ampliou a sua ação profissional em contabilidade, uma formatura que teve assinatura da poderosa grife da Faculdade da “UFBA”. A família não deixou passar em branco e programou comemoração com jantar no exclusivo “Yacht Clube da Bahia”. Prestígio em alta, com participação do Comodoro do clube, Marcelo Sacramento, acompanhado de Monica Bacelar Sacramento entre os convidados.

A tradição toda zen que virou vanguarda

Os ícones da vanguarda que se popularizam, podem até virar tradição, mas nunca se acomodar na agenda do mainstream de plantão. Como é o caso das propostas inovadoras da bailarina Daniela Augusto, que sabe de cor todas as novidades de métodos como a Yoga, Pilates e o icônico Tai chi chuan, mas sempre descobre novas possibilidades. Ela comanda o workshop “Do Lúdico À Ação Cênica” a partir do dia 31, no instigante estúdio “Cronopios”, da Rua Direita de Santo Antonio, 147.

Basta visitar a rua neoclássica do centro histórico de Salvador, para compensar a viagem, mas a grande surpresa é o “Cronopios”, um centro internacional de investigação em arte comandado pela coreógrafa e bailarina Licia Moraes Sanches. Ela foi a primeira brasileira aceita por Pina Bausch na “Wuppertal dance theater” da Alemanha, e trouxe a ideia de revolução para o Brasil. Como convidada do estudo, Daniela Augusto investe no “Workshop” a sensibilização do corpo e a ampliação do chamado vocabulário gestual.

Cultura se renova na festeira cidade dos Barões 

A cidade dos Barões do Cacau, que se tornou sinônimo mundial de festas mundanas, por causa dos animados cabarés que viviam coalhados de coronéis, também resgata a cultura do povo. É o “Festival de Cultura Popular” de Ilhéus, a metrópole do sul do estado, a 400 quilômetros de Salvador. A agenda patrocinada pelo governo do estado e pela prefeitura de Ilhéus é eclética, com música popular, teatro e até concertos eruditos, como na participação da premiada maestrina Marisa Borsari.

Mas tem singularidades também, como as ações da atriz e poetisa Janete Lainha Coelho. Conhecida como Mestra Janete Lainha, ela é cordelista de um jeito diferente que os pesquisadores conhecem para o cordel machista do interior brasileiro. Na produção dela, a mulher se impõe e é heroína na cultura contemporânea.

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