O grande desafio de andar pelas calçadas

Espaços são destruídos e ocupados por veículos e equipamentos


Tribuna da Bahia, Salvador
11/08/2017 08:36 | Atualizado há 5 dias, 18 horas e 28 minutos

   

Por Adilson Fonsêca

Quando uma pessoa estaciona o veículo sobre o passeio, faixa de pedestre ou ciclovia, a multa é de R$ 195,23, com perda de cinco pontos na carteira. É uma infração considerada grave. Mas o que dizer quando a calçada é obstruídas por correntes, blocos de cimentos, conhecido como “gelo baiano” ou está destruída, dificultando o trânsito de pedestre. Essas infrações não estão contidas no Código Brasileiro de Trânsito, mas é comum se observar nas ruas de Salvador.

Conforme dados da Sucom, no Brasil, cerca de 30% dos deslocamentos são feitos a pé. Em Salvador, a estimativa é de 28%. E andar nas ruas da cidade, no centro ou nos bairros, é um grande desafio para os pedestres e uma tarefa árdua da Prefeitura em notificar os infratores, quer sejam veículos, ou donos de estabelecimentos comerciais ou residenciais que se apropriam das calçadas.

Direito natural de mobilidade urbana dos pedestres, passeios e calçadas se tornaram lugares proibidos em muitas áreas de Salvador. Em locais como o Largo da Sete Portas, alguns estabelecimentos comerciais, como uma rede de supermercados, fecham os espaços com correntes e blocos de cimentos, Em lugar dos pedestres, obrigados a andarem em meio aos caros, veículos ocupam os passeios. Do outro lado, são os passeios que estão destruídos e não foram recuperados.

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