Glória ELE nas alturas, também dos helicópteros. Paz nas terras e “ilhares”, aos de boa vontade e solidariedade, José Eduardo Mendonça e Jadelson Andrade. Primeiros a socorrer Paulo Roberto França Sampaio na ilha. Ali até as garças, em sinal de protesto, pararam de voar. Dor no peito, suores, quase quase o Paulinho vai. — Quer arrotar? Coca ou luftal pra dentro.
Muito gás na barriga do falso magro. Faça igual ao tio: É soltar pum. Sem féscio. Sem féscio. Luftal na boneca... — O cara, na ausência do privilégio de qualquer fé ou crença, é um pobre ser despido, de mão e dedos no bolso. Na dúvida, voltei a ler os pensadores Alceu do Amoroso Lima, Gustavo Corção. Amo-os... Se começaria tudo outra vez? Claro amorzinho. Se preciso fosse. Brincaria irresponsavelmente com os sentimentos de terceiros e TERCEIRAS? Jamais. Brinquei com os seus. Pensava nas causas. Inimaginava as consequências... — O Cônsul de Portugal na Bahia chama-se Sabido.
— Estranha loucura: às vezes bate o desejo de amar mulheres e homens frutos de retratos e emoções. Aí viro idólatra. — O andor carrega o santo de barro. Devagar! — É definitivo o artigo de Waltinho Queiroz, “Rasgando a fantasia”. A minha, Rasgada há muitos anos. — O Bloco do Jacu era a verdadeira e mais autêntica ação popular. Víamos veados aborígenes e alienígenas, machões volumosos, artistas e esgrimistas, trapezistas e budistas. Que venha o povo, velho Walter. — Esse Jesus, de Jesus, tem nada, muito menos a Luz. Apenas sustenta o furor de Madona! Jesus e Madona... — Benedito sim, mesmo doentinho, é um farol... — Quem sabe ganhar dinheiro são os “beatos” do Bradesco.
Investirão quatro bi e duzentos mil contos. Vão inaugurar duzentos e cinquenta agências. Lucro líquido ano passado: espantosos oito bilhões e doze milhões. Quando crescer quero ser Presidente do Bradescan — Banco Brasileiro do Descanso. — Tarde macambúzia e cinzenta, Zurich ou Berna. Caminhamos, Ney Costa, duas amigas estilistas, Gay assumido e escandaloso, Avenida deserta. Poucos veículos. Na nossa direção, passo curtinho e célere, rostinho bem corado, olhos azuis finos, chapéu coco. O escriba ruivo, a calvície embrionária, cabeludo e despojado. Nossos olhares se cruzam. Viro pra Ney e indago: “Charles Chaplin?”. Reconhecido, acelerou. O seguimos. “Mister Chaplin, Mister Chaplin, we love you. Brazil”. Ele vira-se: “Oh! Yes, yes”. Digo-lhe: “You are handsome. Very emotion, you are wonderful”.
“Thanks. Thank you”. Falo ao locutor da voz aveludada: “A máquina, a máquina fotográfica pelo amor de Deus!”. No lugar da porra da maquininha, saca do bolso, risonho, garrafinha de uísque. Sacanagem Ney. Na Suíça, Bahia ou Ponta Grossa no Paraná... “Kiss, kiss Mr. Chaplin. Good bye”. Dei-lhe fitas do Senhor do Bonfim e o meu coração. Amar, tem valor mormente dito assim: “Amor, esta é a canção, a escrevi pensando só em ti”... — Quem explora, a já problemática, Linha Verde? E o pedágio, caríssimo? Segredo, mistério. — Luminosos dias. Onde estão as quimeras? E as flores? Fui...