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Homem é espancado até a morte em quarto de hotel
Por Daniela Pereira
Um grupo formado por cinco homens e duas prostitutas espancou até a morte, Sandro de Jesus, 27 anos, com socos, pontapés e golpes de garrafa. O homicídio ocorreu por volta das 11 horas do último domingo, no interior do Hotel Paraíso, na Ladeira da Praça, Centro Histórico. No local, Sandro, juntamente com os autores do crime, estava hospedado desde o dia 28, gastando com drogas e bebidas alcoólicas um dinheiro no valor de R$ 5 mil proveniente da venda da casa onde morava. O crime teria ocorrido após Sandro ter se recusado a entregar o resto do dinheiro da venda do imóvel e uma pistola 9 mm, que estava na mochila da vítima.
De acordo com Acássia de Oliveira Nunes, delegada plantonista da 1ª Delegacia, depois de mais de 24 horas consumindo drogas, os acusados cobraram de Sandro a partilha dos R$ 5 mil. Como a vítima não possuía mais a quantia, eles pediram como pagamento a pistola. Sandro se recusou a entregar a arma e foi espancado. Ao perceber que a vítima estava sem vida, o grupo fugiu do local. Após uma denúncia anônima no final da tarde, a polícia chegou ao hotel e prendeu em flagrante a prostituta Luciana Silva de Souza, 23 anos. A garota tinha retornado ao local a mando de um dos acusados conhecido como “Da roça” em busca do dinheiro restante e da pistola de Sandro. Luciana foi surpreendida pela polícia e apontou o local onde se encontravam os demais envolvidos.
Além de Luciana, também foram presos José Augusto da Conceição, 45 anos, Maurício Silva Andrade, 35, e Patrícia dos Santos Bispo, 26 anos, também garota de programa. Continuam foragidos três elementos identificados como “Da roça”, Leandro e Vivaldo. A delegada afirma que Sandro e todos os envolvidos possuem passagem em delegacias por furtos e porte de drogas.
Os acusados negam qualquer participação no crime. A polícia investiga o paradeiro dos três foragidos.
Adolescente é executada a tiros na saída de uma festa
A estudante Maira dos Santos Oliveira, de 16 anos, foi executada por quatro homens armados na saída de uma festa, cujos motivos ainda são desconhecidos pelos familiares e pela polícia. O crime aconteceu na noite do último domingo, no bairro do Cabula. Segundo familiares, a jovem saia de uma festa em um local chamado "Partido Alto", acompanhada de uma amiga, quando ambas foram abordadas pelo grupo que atirou várias vezes. Parentes relataram que a jovem morava com a mãe, era estudante de um colégio estadual no bairro e não era envolvida com criminalidade. A delegacia titular da 11ª Delegacia Márcia Xavier contou que a polícia está investigando o crime, mas ressaltou que a família da jovem ainda não
foi ouvida, motivo pelo qual a delegada alegou não ter maiores informações do crime.
PM é assaltado e preso no porta-malas de veículo
Carlos Alexandre Bezerra de Jesus, 23 anos, foi preso ontem, acusado do roubo de um veículo de um policial militar. O acusado prendeu um sargento da PM no porta-malas, após ter roubado seu carro, na Rua 1º de janeiro, bairro do Uruguai e foi preso depois que capotou o veículo marca Fox, cor verde, na BR-324, sentido Porto Seco Pirajá. Carlos de Jesus já tem passagens pela polícia pelos crimes de homicídios e assalto a mão armada.
De acordo com a delegada Patrícia Pinheiro, plantonista da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV), minutos antes de roubar o veículo de um sargento da Polícia Militar, Carlos Alexandre teria tomado um táxi de assalto. Devido a um descuido do bandido, o taxista conseguiu fugir.
“Desesperado, com a possibilidade de acionar a polícia, ele largou o táxi e assaltou o carro do sargento. O acusado colocou a arma na cabeça da vítima e depois a colocou no porta-malas. Depois, ele seguiu em alta velocidade com destino a BR-324 e nas proximidades do Porto Seco Pirajá bateu de frente com um veículo Corsa, cor preta, e capotou”, explicou à delegada. Carlos Alexandre ainda tentou fugir, mas foi interceptado por uma guarnição de policiais militares, que fizeram a prisão do acusado e resgataram o sargento, que não sofreu ferimentos. “Liguei para polícia na tentativa de recuperar meu táxi e acabei salvando uma vida”, afirmou. Carlos Alexandre confirmou a versão da polícia e disse que levaria o veículo roubado para uma oficina de desmanche. “Já fui preso pelo homicídio
que cometi. Não matei mais ninguém. Meu crime é roubar carros“, concluiu o acusado.
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